terça-feira, 3 de julho de 2012

O “sete” na mão do artista.



Toda arte é imitação da natureza. Sêneca


A reflexão pretendida com esse artigo não é a de termos um número mágico, ou pensarmos na numerologia, pois essa é uma prática que leva à adivinhação; o que Deus não aprova. Portanto, enfaticamente repito, não queremos nada que nos lembre ou traga pensamentos ligados à superstição. Porém, a Bíblia traz algumas passagens interessantes com o número “sete” e então, é por essa razão que vamos ver as maravilhas de Deus como o “Artista” que criou tudo o que temos e somos. Começando pelos dias que Deus usou para fazer o mundo, “sete” dias; as cores do arco-íris, que foi a primeira aliança de Deus com os homens; o número de vezes que devemos perdoar, que encontramos em Levíticos e em Mateus, e que Jesus estende de sete para “setenta vezes sete”. A nossa semana de sete dias; as sete igrejas do Apocalipse e tantas outras passagens.

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Quando observamos tudo isso, ficamos imaginando quão maravilhoso e perfeito é Deus! E a começar pelas sete cores do arco-íris, vemos que com essas cores pode-se fazer ou chegar a todas as outras. Muitas vezes, quando eu era criança ou mesmo na adolescência quando via algumas pinturas de grandes artistas, achava que as cores usadas por eles não refletiam a verdadeira cor das folhas das árvores, por exemplo, que a pintura trazia como um amarelo forte e ou alaranjada. Quando, principalmente por minha profissão, precisei viajar muito, comecei a encontrar imensidões de matas cheias de árvores com folhas de um amarelo muito forte, alaranjadas e mesmo vermelho forte. Isso ocorre em regiões onde o inverno é rigoroso e no outono vemos essa transformação maravilhosa. Fiz questão de colocar uma foto que tiramos em Nashville onde podemos ver essas árvores com os diversos matizes de cores. O pintor não consegue retratar toda a beleza que nos fez o Criador.

Outra coisa relacionada à arte e à criação são as notas musicais, que também são sete. Com elas, os compositores criaram as harmonias maravilhosas que conhecemos e músicas fantásticas. Reparem que com sete notas temos um número infinito de possibilidades musicais, o que nos faz lembrar que Deus sempre existiu. Aristóteles afirmou: “A Música é celeste, de natureza divina e de tal beleza que encanta a alma e a eleva acima de sua condição”.


Pois é, se os artistas humanos podem fazer maravilhas com um estoque de sete cores e sete notas, imaginem Deus, que tem em suas mãos todas as “tintas” necessárias para colorir as nossas vidas. Ele pode florir e musicar o deserto em que se encontra a vida de alguém. Ele pode fazer ressurgir o que estava desaparecido, Ele pode fazer você cantar um cântico novo ou pintar um quadro novo na sua vida. Deixe que Ele escreva a sua vida, pois Ele o conhece melhor que ninguém. Lembro-me de uma frase de Martin Luther King que diz: “Eu segurei muitas coisas em minhas mãos, e perdi tudo; mas tudo o que eu coloquei nas mãos de Deus eu ainda possuo.”

4 comentários:

  1. Parabéns pela maravilhosa postagem! Deus continue te abençoando!

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  2. Estou reproduzindo no meu blog (com o devido crédito). Se o irmão não concordar, excluirei o mais rápido possível.

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